Por Nova Portugalidade
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Contra quantos querem pôr portugueses contra portugueses, contra quantos querem semear nesta terra a erva daninha da divisão e do ódio, contra aqueles que pela direita importam da Europa o racismo e os que pela esquerda querem impor-nos um anti-racismo racista, supremacista, feito na América e sem relação com Portugal, o nosso valente soldado Aliu Camará continua a ser exemplo e fonte de esperança. Eis aqui quem é a prova em carne de que não têm razão nenhuns dos racistas, da esquerda do SOS Racismo ou da direita “identitária”. Eis aqui um português que o é orgulhosa e completamente, e que pela fidelidade a esta pátria pagou o preço que Mamadou Bá julga que um homem negro não pode pagar sem trair a sua pele, e que os racistas que lhe negam a portugalidade não pagaram e jamais pagariam. Com os dois tipos de extremistas a tomar conta do debate por eles criado e só por eles desejado, impõe-se – é verdadeira urgência nacional – que fujamos dos tribalismos a que ambos pretendem reduzir-nos. Não falemos em brancos e negros; falemos em portugueses. Não caiamos na armadilha – que é a mesma e quer, no fundo, o mesmo – de fazer identidades raciais onde só pode existir a nossa identidade de portugueses cidadãos e servidores de Portugal. A identidade portuguesa transcende largamente a gaiola primária da cor da pele – e tem sido essa a sua força escondida ao longo dos séculos e a razão verdadeira da nossa grandeza. Não, do que precisamos é de encontro e união sob a única bandeira que nos representa. Essa bandeira não é a da raça, da religião, da tribo ou do sexo. É a de Portugal. Essa ideia simples é o que oferece razão de ser à Nova Portugalidade, e aquela por que continuaremos a bater-nos enquanto tivermos sangue nas veias.

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