Por Rafael Pina de Castro Navarro
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Pediram os professores às crianças que, com as canetas, os lápis de cores e o papel que Portugal lhes ofereceu, exprimissem o que lhes ia na alma. Sem excepção e absolutamente livres – falo tailandês e prestei a máxima atenção aos professores – os miúdos traduziram esse sentimento desenhando com espantosa criatividade a sua versão da bandeira portuguesa. O Kái (“galinha”), um rapaz de 11 anos, perguntou-me o que significava aquela cruz no centro do pavilhão. Quando lhe disse que era a cruz dos cristãos, disse-me que o avô também era cristão; logo, nós éramos amigos do avô !

 

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